"Você não sente, não vê
"Velha Roupa Colorida"
"Você não sente, não vê
MANIFESTO COPROFÁGICO
"NO MEIO DO CAMINHO"
"HINO À ARTE"
(Vídeo: "HINO À ARTE" - Interprertação Antônio Abujamra)
Toda vez que se inaugura um palco, os Deuses do Teatro ficam contentes e festejam.
Não porque ganharam um novo templo, são Deuses humildes, não querem ser adorados, nem gostam. Mas porque sabem que assim os homens ao redor serão mais felizes, terão ali a oportunidade rara de assistir a própria grandeza, de ver espelhada ali a sua própria grandeza.
Ali serão vividas grandes amizades e amores.
Ali todos trabalharão juntos, criando acontecimentos que jamais ocorreriam sem o palco.
O palco sabe que não é apenas tábuas no chão, que é um gerador de significados.
Ali é o lugar onde a imaginação ficará livre, sendo a imaginação o único campo em que um homem é realmente livre.
Ali serão discutidos os problemas da comunidade, porque o palco sempre foi a melhor tribuna. Ali, homens diante de homens falarão de sua alma.Discutirão e compartilharão alegrias e tristezas como se fossem um só.
Trabalharão alegremente por um mundo melhor e mais solidário.
Inaugurar um teatro é criar uma ilha de liberdade, de lucidez, de solidariedade (nada une mais as pessoas do que o teatro).Não é somente um local de diversão; é isso também.
Mas, principalmente; é um lugar de reflexão, de descoberta, da revolução e do encontro com o outro.
DOMINGOS OLIVEIRA
"Um ano do Blogue PALCO TEATRAL"
Olá, leitores do Blogue PALCO TEATRAL, gostaria de agradecer os acessos e a parceria que firmou-se naturalmente entre nós, graças a um único motivo; O amor pelo TEATRO!
Durante esse primeiro ano, muito suor e muita pesquisa foi desenvolvida á fim de trazer um conteúdo de qualidade e informativo, conheci algumas pessoas, reencontrei outras, firmei parcerias, pude conhecer variados tipos de arte e diversas propostas do fazer teatral, dentre outras surpresas! Foi um ano muito feliz, de reconhecimento e de maturidade, onde refleti a partir de diversos pontos de vista e cresci, como pessoa e artista. Gostaria de agradecer á todos que me fazem acreditar que esse trabalho vale á pena, e que me dão ânimo e força para continuar, espero que esse seja o primeiro de muitos que virão! Muita MERDA!!!!
E aqueles que não falam o português?
A língua em questão?
Sê,
Um falante!
Quando vir,
Uma palavra que não usa
Não confunda você!
Coloriria,
Todas as palavras para ficarem perfeitas,
Assim...
Quedariam,
Nos lábios dos sem dentes.
Hélio Taques
"POEMA, Ney Matogrosso"
(Vídeo: "POEMA" - NEY MATOGROSSO)
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
Do tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou consolo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás
Música: POEMA
Gravadora Polygram
Direção: Roberto Berliner e Ronaldo Soares
Fotografia: Adrian Tejido
Camera Adrian Tejido e Paulo Violeta
Direção de Arte: David Bartex
Figurino: Rui Cortes
Produção: Renato Pereira e Cristophe Reskler
Edição: Rogério Frosa e Fernanda Bastos
Duração: 04:20:00
Data: Dezembro de 1998
"A Banda Mais Bonita da Cidade"
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor
Essa é a última oração pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração
Composição: Leo Fressato
Direção: Vinícius Nisi
Fotografia: Andre Chesini (câmera), André Senna e Rosano Mauro Jr.
Locação: Ana Larousse
Figurino: Débora Vecchi
Captação/Mixagem: João Caserta
Colorização: Nathalia Okimoto
Integrantes da Banda:
Participações: Leo Fressato, Kelly Eshima, Luiz Pires, Jomar Lima, Debora Vecchi, Tatiana Dias, Diego Perin, Thiago Chaves, Débora Opolski, Bernardo Rocha, Ana Larousse, Jaqueline Lira, Rubia Romani, João Caserta, Alexandre Rogoski e Ligia Oliveira
Agradecimentos: Siciane Geruntho e Cassiana Maranha
MONÓLOGO DAS MÃOS - Ghiaroni
As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau,
salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário;
Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena;
foi com as mãos que Jesus amparou Madalena;
com as mãos David agitou a funda que matou Golias;
as mãos dos Césares romanos decidia a sorte dos gladiadores vencidos na arena;
Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência;
os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte!
Foi com as mãos que Judas pos ao pescoço o laço que os outros Judas não encontram.
A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda;
o operário construir e o burguês destruir;
o bom amparar e o justo punir;
o amante acariciar e o ladrão roubar;
o honesto trabalhar e o viciado jogar.
Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia!
As mãos fazem os salva-vidas e os canhões;
os remédios e os venenos;
os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva.
Com as mãos tapamos os olhos para não ver, e com elas protegemos a vista para ver melhor.
Os olhos dos cegos são as mãos. As mãos na agulheta do submarino levam o homem para o fundo como os peixes;
no volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros.
O autor do «Homo Rebus» lembra que a mão foi o primeiro prato para o alimento e o primeiro copo para a bebida;
a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem.
Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas.
A mão aberta,acariciando, mostra a bondade;
fechada e levantada mostra a força e o poder;
empunha a espada a pena e a cruz! Modela os mármores e os bronzes;
da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento e da fantasia nas formas eternas da beleza.
Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza;
doce e piedosa nos afetos medica as chagas, conforta os aflitos e protege os fracos.
O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor, o melhor pacto de amizade ou um juramento de felicidade.
O noivo para casar-se pede a mão de sua amada;
Jesus abençoava com as mãos;
as mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes.
Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica, ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.
Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as lágrimas alheias.
E nos dois extremos da vida, quando abrimos os olhos para o mundo e quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem.
Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino.
E no fim da vida, quando os olhos fecham e o coração pára, o corpo gela e os sentidos desaparecem, são as mãos, ainda brancas de cera que continuam na morte as funções da vida.
CLARICE LISPECTOR - Um enigma
"Palavreado Poconeano"
PALAVREADO POCONEANO
O bom poconeano, poconeano de fato
Tem uma ginga no andar,
Enche a boca de ar quando fala,
E até os seus olhos, como arregala,
Com seu palavreado nato.
Se não gosta de alguém,
Desconfiado, vai logo dizendo:
Não me amola, nem buli cumigo, chá cara de pavil!
Nunca ví troço mais feio. Vote!!!
Parece inté junta do meio..."
Aí sim, ele exagera, desde o começo:
Fulana é boa sem quantia,
Careçe inté fitinha, pra mode quebrante,
Tenho inté pejo, de oiá todo dia,
Êrrecorno!!!
E entonçe, dispio um xiririco, malemá.
Meio de banda, do oitão lá de casa,
Prá num dá pano pra manga,
Fuá com meu nome, muito menos futchico".
Em caso de doença, é gentil e cuidadoso,
com o jovem e o idoso:
Ocê vai pegar difruço,
Entra pra dentro e cerra a porta,
Muda de roupa, que já já, te rebuço,
De tanto ficá intanguido, cha aí, como que tá!
Desacorçoado e pilado...!
Duvidá, inté vai ficá com arca caida, e peito cerrado,
Perta! Chispa logo daí siscriança!
Ocês num injuam de ficá impanado..."
Porém deixa gravado na memória,
O poconeano é unico, na sua maneira de ser e de falar,
Sem saber, humilde, constrói a sua história,
A mais verdadeira, simples, e popular.
ÂNGELA BEATRIZ MOURA SILVA CAMPOS
CRÉDITOS DO VIDEO
Poema: Palavreado Poconeano.
Autoria e interpretação: Ângela Beatriz Moura Silva Campos
Imagens: Natalino do Nascimento
Direção, produção e edição: Thyago Mourão
Via Láctea, na voz de Juca de Oliveira
“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso”! E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto…
.
E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
.
Direis agora! “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”
.
E eu vos direi: “Amai para entendê-las:
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas”.
Olavo Bilac
Feliz 2011
(Vídeo: Trecho do espetáculo "O SOL", em cena Jõao de Carvalho interpretando o poema "ESPERANÇA", de Mário Quintana)
ESPERANÇA
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mário Quintana
Texto extraído do livro "Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.
Quero desejar á todos os amigos leitores do blogue "PALCO TEATRAL", um feliz 2011, muito melhor que este ano que se passou. Que esse seja um ano de muitas realizações!!! E acima de tudo, um novo ano cheio de "ESPERANÇA".
Ivete no Madison Square Garden
(Vídeo: "ME ABRAÇA, ME BEIJA... ME CHAMA DE MEU AMOR", momento mais emocionante do show histórico de IVETE no MADISON SQUARE GARDEN - NEW YORK)
Que orgulho de ser BRASILEIRO, orgulho de ser como Ivete, filho dessa terra maravilhosa, cheia de gente talentosa e feliz! Ouvir todos cantando para Ivete, foi sim o momento mais emocionante desse show histórico para o Brasil.
Ivete não errou, apenas provou que é essa mulher maravilhosa que todos nos admiramos e aprendemos a AMAR!!! O Brasil lhe abraçou, lhe beijou, e lhe chamou de MEU AMOR, da forma que ela faz como ninguém durante todo esse tempo de carreira; CANTANDO... PARABÈNS!
"A quoit ça sert I'amour?"
(Vídeo: "A quoi ça sert l'amour?", direção: Loius Clichy)
"A quoi ça sert l’amour?", algo como "Pra que serve é o amor?" é o nome deste lindo curta- metragem de animação. Com duração de pouco mais que 00:03:00 minutos, e detentor de uma intensidade impressionante, o curta trás Edith Piaf (nascida em Paris em 19/12/1915, falecida em Grasse em 10/10/1963) e Theo Sarapo em sua trilha sonora, interpretando "A quoit ça sert I'amour?", musica de mesmo nome que o filme. Produção do estúdio francês Cube Creative, o curta-metragem teve como diretor o criativo Loius Clichy.
Adeus
Há nesta vida
Só incerteza
Só despedida..."
Vinícius de Moraes
Pessoas são levadas de nossas vidas á todo instante, se vão na distância de alguns quilômetros, ou de uma briga, partem sem despedidas, sem abraços, ou sorrisos, simplesmente partem. Hoje a vida me ensinou uma lição que não sei como aprender, não sei nem como posso usar... Lições assim ferem o coração, e dói. Despedidas doem, e essa distância quilômetros e brigas não medem...
MÃE
Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!
(Fotos: Rosana Jatobá para EGO. Fotos: Alessandra Gerzoschkowitz/EGO) "We no speak americano"
Gostei muito do trabalho e curti ver uma montagem tão bem feita e com tamanho grau de contraste, poder ver o dance music entrosando tão bem com o vídeo foi algo surpreendente, diferente de tudo que vemos quando se fala de musica eletrônica. Sem dúvida a musica é extremamente TOP, achei demais!
(Vídeo: "We no Speak Americano" - Yolanda Be Cool E DCUP) (Fonte)
Depois de um tempo
"O Menesteral"
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoa-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, perceber que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa – por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nos somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida”!
Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
Algumas pessoas tem encaminhado este texto, e ao citar a autoria, referem-se á ele como sendo uma das muitas obras de William Shakespeare. O fato é que isso não é verdade, o verdadeiro autor deste texto é uma mulher e se chama Veronica Shoffstall. Por algum motivo, não me perguntem qual, alguém resolveu creditar a autoria da tradução do texto AFTER A WHILE dela, acrescida á algumas frases, ao talentosissímo William Sahekespeare... Acho que provavelmente queriam deixar o texto, que já é lindo por si só, com um ar mais intelectual, daí á acrescer um nome de peso acho que foi um pulo. O fato então é que o texto "O MENESTREAL" é a tradução do texto AFTER A WHILE de Veronica Shoffstall (VEJA AQUI) com alguns acrescimos...
* Veja o texto AFTER A WHILE, de Veronica Shoffstall e sua tradução, clique AQUI.






