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"Zé Celso e o Teatro Oficina"



(Vídeo: "Macumba Antropófaga" - Teatro Oficina)

Inicia-se o espetáculo, atores nus cantam e dançam rituais de macumbaria pelo palco, totalmente vestidos dos desejos, sensualidade e sexualidade de seus personagens. Mulheres com seios e genitália provocadoramente desnudos caminham possuídas por uma espécie de alucinação. Homens caminham exibindo seu órgão sexual, e em alguns casos, masturbam-se em cena, diante de espectadores perplexos em estado de êxtase.
Essas cenas podem ser facilmente identificadas nos espetáculos do ator, dramaturgo e diretor do Teatro Oficina, José Celso Martinez, mais conhecido como Zé Celso, e uma das figuras mais importantes do teatro brasileiro.


(Vídeo: José Celso Martinez - Fonte)

Formado quando Zé Celso integrava a Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), o Teatro Oficina se viu muitas vezes no meio de crises. Em 1964, quando encenava “Pequenos Burgueses”, teve a peça suspensa por autoridades militares que acabavam de tomar o poder, em outro episódio durante a peça “As Bacantes”, Caetano Veloso foi pego de surpresa, despido em cena e 'comido' pelas próprias, num episódio reproduzido e comentado inclusive pelo Jornal Nacional (Veja Vídeo). Atualmente Zé Celso batalha na justiça o direito a compra e posse de um terreno, vizinho do Teatro Oficina, propriedade de Silvio Santos.


(Vídeo: Caetano Veloso, e o episódio de "As Bacantes")

Considerado por muitos orgiástico, antropofágico e pornografico, Zé Celso é um transgressor, alguns anos atrás declamou em pleno jantar o poema “Ode ao Cú”. Artista muito influenciado pelo “Tropicalismo”, movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas de vanguarda e que misturou manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais, ele defende a liberdade sexual, sem repressão, por isso mesmo é comum encontrar em suas peças, representação de textos políticos, nudez, relações homo afetivas, masturbação, suruba, safadeza e muita ousadia.
Reinaldo Gianecchini que aliás, teve sua estréia como ator profissional na peça "Cacilda" da Cia Teatro Oficina, em uma entrevista, certa vez disse que recusou-se a ficar nu em cena, Zé Celso então resolveu o seu problema, colocou ele no meio do palco, de terno e gravata, e ao seu redor, atores nus se masturbando.
Para saber mais sobre o trabalho do Teatro Oficina, acesse o Site da Cia, clique AQUI, ou o Blogue de Zé Celso, AQUI. Para ler mais sobre "Nudez em Cena", clique AQUI, e confira uma matéria do BLOG PALCO TEATRAL sobre o tema.

"Borgobandoballo - Cia ManiCômicos”

(Foto: "BORGOBANDOBALLO" - Cia ManiCômicos - Divulgação)

Estreou dia 11 de agosto no espaço cultural da companhia teatral ManiCômicos, na Rua Industrial Paulo Agostini, 55 – Vila Nossa Senhora de Fátima, em São João del-Rei (MG), o espetáculo teatral “BORGOBANDOBALLO”, que narra a história dos imigrantes italianos, que chegaram á cidade mineira de São João Del-Rei em 1889, em busca de melhores condições de vida, e que sofreram diante das precárias situações de trabalho nas lavouras, rebelando-se contra o governo da época. Presos e expulsos da cidade de São João Del-Rei pelos políticos que não concordavam com as reivindicações, poucos registros históricos se encontram sobre estes, e é exatamente na criação deste hipotético destino que se desenrola “Borgobandoballo”.

(Foto: "BORGOBANDOBALLO" - Cia ManiCômicos - Divulgação)

Com direção de Juliano Pereira, o espetáculo que fica em cartaz até o dia 02 de Outubro, mergulhou de cabeça no anarquismo da época, trazendo para o palco a grandiosidade do assunto da forma que a Cia melhor sabe fazer; com muita música, comicidade e diversão.Surgido de uma conversa informal dos integrantes da Cia com o amigo e professor de história, José da Paz, a peça é uma viagem na história de Minas Gerais e do Brasil, sobre esta, Juliano diz; “No espetáculo, procuramos mostrar de maneira lúdica e divertida a importância em se falar sobre o anarquismo, de forma com que possamos refletir sobre nossas vidas em sociedade, principalmente nos tempos atuais”.

(Vídeo: "Teaser BORGOBANDOBALLO" - Cia ManiCômicos - Divulgação)

Criada em 1998, na cidade de São Paulo, a CIA MANICÔMICOS, surgiu da idéia de seis amigos, que resolveram criar juntos uma Cia de espetáculos. O primeiro projeto da Cia, a peça “A Farsa do Cangaço, oxx!”, foi um referencial, a partir deste, diversas apresentações seguiram-se, até a mudança da Trupe, em 2005, para a cidade de São João del-Rei (MG), onde estabelecem-se até hoje. Além das atividades artísticas, a Cia ManiCômicos mantém os Projetos "Arte por Toda Parte" e "Dom de Minas", que têm como foco levar a arte e cultura local para vinte bairros carentes de São João del-Rei e região. Para mais informações clique AQUI e AQUI e acesse o Site e o Blogue da Trupe, respectivamente.

Elenco:
Anderson Rail – Federico
Elis Ferreira – Tereza
Fernanda Nascimento – Francesca
Gabriel Resende – Vicenzo
Guilherme Abreu – Giuseppe
Jean Fábio - Gianni
Luiz Nascimento – Luiggi
Lôra Abreu – Caterina
Marcos Fonseca – Alfredo
Orlando Talarico - Antonio
Paula Nicolau – Maria
Rafael Wolbert - Pietro

Serviço:
Temporada: De 11 de agosto de 2011 à 02 de setembro de 2011.
Horário: De Quinta à Domingo, ás 20 horas.
Local: Espaço Cultural ManiCômicos.
Endereço: Rua Industrial Paulo Agostini, 55 – Vila Nossa Senhora de Fátima – São João del-Rei – (MG)
Ingressos: R$ 10,00 (Inteira) e R$ 5,00 (Meia)
Venda no local: De segunda a sexta no local, das 8h às 17h, ou nos dias de espetáculo, a partir das 18h.
Reservas pela internet: manicomicos.sjdelrei@mgconecta.com.br

"Joana d'Arc" - Cia Teatro do Incêndio

(Foto: "Joana d'Arc - A Virgem de Orleans" - Teatro do Incêncio - Divulgação)

Estreou dia 18/05/2011, no Teatro Bibi Ferreira, com temporada até dia 04 de Agosto, o espetáculo “Joana d'Arc - A Virgem de Orleans”, tradução de Mario Vitor Santos para o texto do poeta, filósofo, e dramaturgo alemão Johann Christoph Friedrich Von Schiller, obra escrita em 1801, e um dos maiores sucessos do dramaturgo. Projeto da Cia Teatro do Incêndio, com direção de Marcelo Marcus Fonseca, o espetáculo recria poeticamente a história da Santa padroeira da França e heroína da Guerra dos Cem Anos, a francesa Joana d'Arc, camponesa semi-letrada, que foi acusada, julgada e queimada viva por heresia, fim este recriado ficticiosamente por Schiller. Na narração romântica do dramaturgo, a heroína é perdoada das acusações, e morre de forma gloriosa, em um campo de batalha. O desfecho trágico, e a referência de mito, dado pelo autor à Joana d'Arc na história, facilitou a discussão de alguns temas na peça. Entre eles a lida com alguns sentimento comuns (ou não) ao campo de batalha, como a paz, a fé, e o amor. Além do cinismo, da mentira, e da destruição do homem, pelo homem. […] Sobre esses sentimentos, Marcelo Marcus Fonseca diz: “A peça discute a crença, não a fé, mas o acreditar nas coisas, que elas podem dar certo, algo tão banalizado nos dias de hoje”.
No elenco, 20 atores, se multiplicam nos diversos personagens, prometendo manter o espectador constantemente surpreso, para mais informações, clique AQUI, e acesse o site da Cia.

FICHA TÉCNICA

Texto: Johann Christoph Friedrich Von Schiller
Direção geral: Marcelo Marcus Fonseca
Iluminação: Davi de Brito e Vânia Jaconis
Figurinos: Liz Reis e André Latorre
Trilha sonora: Marcelo Marcus Fonseca e Thiago Molfi
Preparação corporal: Liz Reis
Adereços: André Latorre e Beto Silveira
Maquiagem: Robson Monteiro
Fotos: Lenise Pinheiro
Assessoria de luta: Tarcísio Lakatos e Sérgio Uberti
Tradução: Mario Vitor Santos
Direção de produção: Liz Reis
Produção executiva: Cia. Teatro do Incêndio
Publicitário: Giuliano Henrique de Carvalho
Elenco: Liz Reis, André Latorre, Wanderley Martins, Luis de Tolledo, Marcelo Marcus Fonseca, ThiagoMolfi, Urias Garcia, David Guimarães, Cláudio José, Sonia Molfi, João Sant’Ana, Caio Blanco, Giulia Lancellotti, Marcus Fernandes, Talita Righini, Louis Caetano, Vander Lins, Eraldo Junior.

SERVIÇO:

Espetáculo: “Joana d’Arc - A Virgem de Orleans”
Estréia: 18 de maio – quarta-feira – às 21 horas
Local: Teatro Bibi Ferreira
Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 931 – Tel: 3105-3129
Temporada: quartas e quintas - às 21 horas – Até 4 de agosto
Ingressos: R$ 50,00 – Gênero: drama
Duração 150 min - Lotação: 312 lugares
Classificação etária: 12 anos
Bilheteria: 3ª e 4ª (15h – 19h), 5ª (15h – 21h), 6ª (16h – 00h), Sab. (14h - 00h) e dom. (14h às 20h).

"20 Anos de Cia Triptal"


(Foto: "Zona de Guerra" - CIA TRIPTAL - Divulgação)

Nesta sexta-feira (01/04), entra em cartaz na Oficina Cultural Oswald de Andrade a nova montagem da Cia. Triptal para o espetáculo "ZONA DE GUERRA", trabalho integrante do projeto "HOMENS AO MAR", que explora textos de Eugenne O'Neill pouco conhecidos do grande público. A peça integra a programação de comemoração dos 20 ANOS DE CIA TRIPTAL, que trará ainda a montagem da peça “Longa Viagem de Volta pra Casa” (estréia 06/05), uma exposição com os trabalhos da Cia (Junho) e a apresentação de um estudo sobre o "Macaco Peludo" de Eugenne O'Neill (Julho), além de leituras de várias obras do autor.

(Foto: "Zona de Guerra" - CIA TRIPTAL - Divulgação)


Iniciado em 2003, o projeto "HOMENS AO MAR", surgiu de uma pesquisa cênica á partir do estudo de textos teatrais do dramaturgo Eugene O’Neill escritos no início de sua carreira e pouco conhecidos do público, trabalhos estes intitulado pelos teóricos de 'Ciclo das Peças do Mar', por abordarem situações da vida de marujos, estivadores, donos e funcionários de bares portuários, prostitutas, entre outros personagens que compõem o cenário da vida dos homens do mar, tema familiar ao dramaturgo que em sua juventude, integrou a marinha mercante americana. Do projeto "Homens ao Mar", surgiram quatro espetáculos, todos sob a direção de André Garolli, são eles: “Rumo a Cardiff” (2003), “Luar sobre o Caribe" (2004), “Zona de Guerra” (2006) e “Longa Viagem de Volta pra Casa” (2007).



(Vídeo: Cia Triptal - "ZONA DE GUERRA")


Com os trabalhos a Cia Triptal participou de diversos festivais, e viajou por todo o país, conquistando reconhecimento internacional, ao participar do festival realizado no Goodman Theatre, em homenagem a Eugene O’Neill, em Chicago (EUA), em 2009. Sucesso de público e crítica, recebeu 03 indicações ao Prêmio Shell pelo espetáculo “Rumo a Cardiff”, conquistando o prêmio de melhor direção de arte (2006), já com o espetáculo “Zona de Guerra” conqusitou o prêmio APCA de melhor espetáculo (2006). "Zona de Guerra" tem direção de André Garolli, e elenco composto pelos atores; Daniel Ribeiro, Wagner Menegare, Pepe Ramirez, Haroldo Joseh, Jimmy Wong, Daniel Calmon, Willians Mezzecapa, Aretê Bellar e Lucas George.

SERVIÇO:
De 01/04 a 23/04/2011 – sextas e sábados – 20h.
Estréia gratuita (01/04).
Demais apresentações: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada).
Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro (próx. ao metrô Tiradentes)
Lotação: 60 lugares.
Classificação indicativa: 16 anos.
Info: (11) 3221-5558 / 3222-2662

*Quer saber mais sobre a peça? Veja a entrevista concedida pelo diretor André Garolli ao Blogue TEATRO DO PÉ, clique AQUI.

"O corpo fala"

*


(Vídeo: "Achas que Sabes Dançar?" SIC - Audição Marco Ferreira)

Seu nome é MARCO FERREIRA. Sim, ele fez tudo que provavelmente tenha acabado de assistir, dono de uma técnica refinadissíma e uma precisão impressionante, esse é o vídeo da audição de Marco que tem apenas 23 anos de idade e foi o vencedor da primeira edição do programa português "ACHAS QUE SABES DANÇAR?", transmitido pela SIC. Como prêmio, Marco Ferreira ganhou uma bolsa de estudo na Broadway Dance Center, em Nova Iorque.


Ah! Antes que me perguntem, o nome da música da apresentação dele é VIVA!, de Sam The Kid

Cia Mevitevendo - Teatro de Animação

(Fotos: Cia Mevitevendo, teatro de animação em "Diário Malassombrado")


Essa semana por acaso conheci a Cia. Mevitevendo (Teatro de Animação), e tinha que postar alguma coisa dela aqui. Apesar de os estudos estarem me tomando muito tempo reservei um tempo para fazer o post.



(Vídeo: 10 anos de Teatro de Animação, 10 anos da Cia Mevitevendo)

Abaixo a história da Cia Mevitevendo:

A Cia. Mevitevendo surgiu em 1998, ano em que Cleber Laguna e Marcia Fernandes, ambos formados em Artes Cênicas pela UFSM, mudaram-se do Rio Grande do Sul para São Paulo. Caracterizada como uma dupla de atores-criadores que concebe todos os elementos de seus espetáculos, tem nas artes visuais e no cinema de animação suas principais fontes de inspiração e referências. Pesquisando um modo muito particular de confecção e manipulação, a Companhia já colocou em cena desde pequeninas figuras de papel até uma gigantesca criatura habitada; histórias com início, meio e fim, e outras sem pé nem cabeça; espetáculos com bastante texto ou sem palavra alguma; sombras, luvas, objetos e máscaras. Seus bonecos já se apresentaram em diversas cidades brasileiras, na Europa e também viraram programa de televisão (TV Cultura e TV Rá-Tim-Bum). A companhia dedica-se exclusivamente ao Teatro de Animação, com o qual desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa de linguagem. Suas investigações envolvem estudos teóricos e práticos que tratam da relação do ator com bonecos e máscaras – e tudo que juntos são capazes de criar, sugerir e provocar. (Fonte)



(Vídeo: "O Diário Malassombrado", Cia Mevitevendo)

Desde o surgimento da Cia. ela tem se mostrado presente em diversos festivais de Teatro por todo o Brasil e exterior, são mais de 12 anos de trabalho. Espero que tenham gostado, eu achei o trabalho muito bem feito, para quem se interessou clique AQUI e entre no site da Cia., lá você vai encontrar de tudo!

Feliz 2011



(Vídeo: Trecho do espetáculo "O SOL", em cena Jõao de Carvalho interpretando o poema "ESPERANÇA", de Mário Quintana)

ESPERANÇA

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Mário Quintana

Texto extraído do livro "Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.

Quero desejar á todos os amigos leitores do blogue "PALCO TEATRAL", um feliz 2011, muito melhor que este ano que se passou. Que esse seja um ano de muitas realizações!!! E acima de tudo, um novo ano cheio de "ESPERANÇA".

Inimitáveis

(Foto: INIMITÁVEIS - "Mulher do Cabaré")

Gostaria de lhes apresentar uma banda de músicos chamada "Inimitáveis³", galera legal, que de terno preto e All Star, tocam musicas bem ao estilo da jovem guarda, Rock Nacional balada dos anos 80, arrebentam com suas versões de ‘clássicos’ de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Renato, Wanderléia, Jerry Adriani e Ronnie Von, além do brega de Odair José e Reginaldo Rossi, tudo com uma qualidade inimitável.

(Foto: Divulgação - INIMITÁVEIS)

Abaixo parte de um relato escrito po Dennis Rodrigues, vocalista dos Inimitáveis, onde este narra a história da banda, matéria do Blog MEU PALCO. Ficou curioso para ler a matéria na integra? Dê um pulo lá.

"Em 05 de julho de 2007 nascia os "Inimitáveis", reunião de um grupo de jovens apaixonados pela música que integravam bandas distintas e que decidiram se reunir para juntos ganhar um dinheiro e fazer sua arte. O primeiro show da banda aconteceu no mês seguinte, em 02 de Agosto no bar GARAGEM 76, aqui em Cuiabá, porém antes que este acontecesse a imprensa de Mato Grosso encantada com a proposta inovadora fez da banda pauta em todos os meios de comunicação do estado (até esse momento a banda não tinha integrantes próprios). Se antes da apresentação já existia um burburinho sobre a banda, após a apresentação ela deslanchou de vez. Começaram a surgir então inúmeros convites para shows, o que fez com que o grupo percebesse o quanto havia despertado o interesse e admiração do publico, decidiram buscar novos horizontes para a banda e em 12 de Outubro de 2007, ela deixou de ser um hobby.
Como seus músicos não eram fixos, varias tentativas (quatro formações) foram feitas e aos poucos os integrantes deram origem a formação atual, em 09 de Agosto de 2008, composta por: Anderson Lima (Guitarra), Dennis Rodrigues (Vocal), Clohenderson Santos (Bateria), e Heitor Jooji. Nascia de fato a banda INIMITÁVEIS".




(Vídeo: INIMITÁVEIS - Show em Chapada dos Guimarães)

A banda é o máximo, o hit "Mulher do Cabaré" é o maior sucesso, espero que gostem. No vídeo acima dá para perceber como os caras são bacanas! Como é 'ralado' o trabalho deles, e como são merecedores de todo o sucesso que vem colhendo! Gostou? Quer saber mais? Acesse o Myspace (AQUI), ou o Blogue da banda (AQUI).

ODEIO teatro!



(Vídeo: "Um refletor cai, provoca ferimento e reflexões", Cia Téstis)

O teatro é uma caixa de surpresas, no palco o ator deve estar preparado para toda e qualquer eventualidade de modo a muitas vezes não deixar o publico á par da situação; esquecer as falas, ou um objetvo essencial para o desenvolvimento da trama, como uma ARMA, em uma cena de assasinato, por exemplo, pode trazer desfechos incríveis, e muitas vezes até, melhores que o original. Que ator nunca esqueceu a fala? Ou quem nunca cometeu um deslize á ponto de se incriminar o restante da peça? Pois isso, no teatro, é mais comum do que se pensa. Estava navegando no YouTube quando ví um vídeo que me surpreendeu... Intitulado: "Um refletor cai, provoca ferimento e reflexões", o vídeo mostra o exato momento de uma dessas eventualidades e a forma como o ator e todo o elenco lidaram com a situação... O fato ocorreu no dia 31 de Janeiro de 2010, durante a apresentação da peça "Odeio Teatro" do Grupo de Teatro Téspis no Centro de Convivência. Tudo ia muito bem quando UM REFLETOR CAIU ao fundo, nos bastidores, FERINDO o ator Victor Bastos que aguardava a deixa para sua entrada. (Não, não estou brincando... Isso aconteceu). No vídeo pode-se ver como apesar do susto, o elenco continua a peça ao mesmo tempo que tenta resolver a situação sem constrangimentos. Incrivelmente ironico, o título da peça é "ODEIO TEATRO", até parece, uma das muitas peçinhas de um grande quebra-cabeça de reflexões como o título do vídeo assim propõe... Imaginar que diante desse título [da peça], possa ocorrer um fato deste, é imaginar que o teatro e a vida são exatamente homogenios e que a 'arte' passa sua mensagem assim como o acaso da vida, digo isso porque ao se pensar no título dela logo concluímos que a peça defende com unhas e dentes os argumentos de uma pessoa que 'odeia teatro'. Seja pelas situações que só ele ocasiona, ou por motivos afins, pensando nisso é muito irônico imaginar que ao defender esse texto um ator possa servir de modelo á confabulações, isso porque ele por sí só prova que quem odeia teatro, tem sido ingrato com quem o faz. Não digo que deixar de odiar o teatro é uma saída, sou ator, acredito no direito de expressão e acima de tudo na publicidade dessa expressão, tanto acredito que posso, assim com a Cia Téspis fez, apresentar uma peça defendendo os argumentos desta pessoa que odeia o teatro... O que quero dizer é que o ator e a peça pensaram em todos que alí estavam, mesmo podendo estar prejudicando uma pessoa (o ator ferido). A cena mostra o quanto é que um ator se entrega á um personagem, mais que amar teatro, amamos e respeitamos a peça, seu desenrolar e o publico. Assistir esse momento e poder mostrá-lo aqui foi muito bom, isso porque não saberia como descrever as provações que diversos atores sofrem para fazer teatro, então quando digo que o publico que diz que 'odeia teatro' é ingrato, quero dizer que quem critica um ator (teatro) que sente dor pensando nele, é senão, alguém que não está disposto a sequer tentar amar, isso equivale á dizer que pode ser inclusive que esse 'publico' nem odeie de fato o teatro... Mas odiar é mais fácil que amar, reclamar é melhor e mais comodo... Sinceramente, criticar o teatro, me parece após assitir este vídeo, mais uma confirmação da recusa de um presente sincero... E nesse caso esse ato parece-me ainda INGRATIDÃO.

"We no speak americano"



















(Fotos: "We no Speak Americano" - Yolanda Be Cool E DCUP)


O vídeo abaixo lembra muito as cenas dos filmes de Charles Chaplin, com uma identidade extremamente teatral e artística a dupla australiana YOLANDA BE COOL acaba de lançar o single "We No Speak Americano", trabalho concebido em parceria com DCUP, e que promete tornar-se o hit da dance music do verão europeu. Esse trabalho aliás, contém samples do clássico "Tu Vuò Fà L’Americano", lançado originalmente em 1956 pelo cantor napolitano Renato Carosone. A música foi um dos grandes hits da época e ajudou o cantor a se tornar um dos nomes mais importantes do cenário musical italiano. (Fonte)
Gostei muito do trabalho e curti ver uma montagem tão bem feita e com tamanho grau de contraste, poder ver o dance music entrosando tão bem com o vídeo foi algo surpreendente, diferente de tudo que vemos quando se fala de musica eletrônica. Sem dúvida a musica é extremamente TOP, achei demais!





(Vídeo: "We no Speak Americano" - Yolanda Be Cool E DCUP) (Fonte)

IN ON IT


(Fotos: Pôsteres da peça "IN ON IT") (Fonte)


Dia 26 de março de 2010, IN ON IT comemorou 01 ano em cartaz, o premiado espetáculo, (Ops! “Não é um espetáculo, é uma peça”), dirigido por Enrique Diaz, e interpretado pelos atores Emílio de Mello e Fernando Eiras, parece despertar sentimentos diversos, que vão do riso ao choro num instante. Um casaco, dois atores, duas cadeiras, vários finais. Emilio Mello e Fernando Eiras souberam como ninguém mostrar com muita sutileza o medo e as relações humanas. Com tema profundo e texto fácil, a peça, extremamente ágil, e minimalista, tem sido muito elogiada pela crítica, veja o que a implacável crítica Bárbara Heliodora disse sobre a peça:

"A direção de Enrique Diaz é impecável: identidade física, andamento, aproximações, afastamentos, tudo está sob controle, mas com toda a liberdade de que o ator precisa. (…) Fernando Eiras e Emilio de Mello "brincam" com a emocionante seriedade desse quadro de vida com uma segurança notável. (…) Um espetáculo de excepcional qualidade, imperdível" BÁRBARA HELIODORA - O Globo



(Vídeo: "IN ON IT", direção ENRIQUE DIAZ, com EMILIO DE MELLO e FERNANDO EIRAS)

“(Sobre In On It) – Um texto contemporâneo, brilhante, sobre nossa beleza, nossa imensa capacidade de amar e também sobre a guerra da convivência, nossa pequenez, futilidade e intolerância. E, sobretudo, sobre nosso indizível espanto com a precariedade da vida. Tudo ali, dentro e fora de nós, exposto em carne viva em “In On It”. Contado e vivido por dois atores de talento e sensibilidade extremas, no auge de sua maturidade técnica. A direção, linda, sóbria e profunda, ilumina, com firmeza, cada esquina do labirinto do texto, clareando toda intenção e gesto enquanto nos arrebata na exposição cirúrgica de uma realidade que é, ao mesmo tempo, um tapa em nossa cara e um abraço profundo em nosso desamparo”. DENISE BANDEIRA, Atriz e roteirista.


(Foto: Cartaz peça "IN ON IT")

FICHA TÉCNICA

texto: DANIEL MACIVOR
tradução: DANIELE ÁVILA
direção: ENRIQUE DIAZ
elenco: EMILIO DE MELLO e FERNANDO EIRAS
iluminação: MANECO QUINDERÉ
cenografia: DOMINGOS DE ALCÂNTARA
figurino: LUCIANA CARDOSO
trilha sonora: LUCAS MARCIER
técnica alexander: VÁLERIA CAMPOS
coreografia: MABEL TUDE
consultoria de movimento: MARCIA RUBIN
programação visual: OLÍVIA FERREIRA e
PEDRO GARAVAGLIA - RADIOGRÁFICO
fotografia: DALTON VALÉRIO
assessoria de imprensa em SP: MORENTE FORTE
assistente de direção: PEDRO FREIRE
estagiária de direção: CÉCILE DANO
iluminador assistente: LEANDRO BARRETO
assistente de cenografia: RAFAEL MEDEIROS
assistente de figurino: DENISE TUPINAMBÁ
assistente de programação Visual: BÁRBARA ABBÊS e MÔNICA PUGA
operador de luz: GYBYNHA FELITUTTI
operador de som: ROBERTA SERRETIELLO
contra-regra: DOUGLAS MARIANO
direção de cena: RICHARD SANTIAGO
produção executiva SP: ROBERTA KOYAMA
direção de produção SP: HENRIQUE MARIANO
direção de produção RJ: ROSSINE A. FREITAS
produção: ENRIQUE DIAZ
twitter - @inonitbrasil
contato - inonit80@yahoo.com




(Vídeo:
TV CULTURA, Programa METRÓPOLIS, matéria sobre a peça "IN ON IT") (Fonte)

A peça é toda muito encantadora, o elenco muito apaixonado pelo projeto, quem assiste percebe exatamente isso. Quem gostou e quer sabe mais, clique AQUI, e saiba tudo sobre esse fantástico projeto!

Grupo Moitará


Aposto que ficou curioso (a) para saber mais detalhes sobre o grupo, não é? Eu gostei muito, para acessar o site do grupo, basta clicar AQUI, lá você vai encontrar tudo sobre o GRUPO TEATRAL MOITARÁ.



(Vídeo: Acorda Zé! A Comadre Tá de Pé! - Grupo Moitará)



Eu particularmente me encantei e assim que possível trago outra matéria sobre eles, por enquanto deixo esta matéria e o gostinho de quero mais...

Coletivo Liquida Ação

Com a passagem da modernidade para a pós-modernidade, a busca por novas concepções estéticas, por liberdade nas criações visuais, não obedecendo a preceitos, tem se fortalecido, diferente de como acontecia em muitas tendências modernistas, a estética contemporânea busca novas propostas onde o real e o imaginário são transformados em novas possibilidades.



(Vídeo: Intervenção EU AMO - COLETIVO LIQUIDA AÇÅO)

As intervenções urbanas apresentam essa tendência modernista, com trabalhos extremamente expressivos, geralmente desenvolvidos por artistas de várias áreas que se unem em busca de novas possibilidades, exemplo disso é o COLETIVO LIQUIDA AÇÃO, com a palavra, o grupo:

"O Coletivo Líquida Ação, formado 2006, inclui artistas de diversas áreas: teatro, música, moda, cinema, vídeo, artes visuais e dança. Nas ações do Coletivo a presença do elemento água media a relação dos corpos com diversos contextos espaciais, sociais e culturais. Corpo/água/espaço são matérias de criação do processo de colagem que coloca em jogo os limites entre arte e realidade. A água como elemento vital e a liquidez dos valores na sociedade de consumo, são eixos da produção artística do Coletivo no campo da performance e das Intervenções Urbanas".(Fonte)



As fotos que ilustram esta matéria fazem parte de uma performance na estátua de José de Alencar, em comemoração à semana da água no planeta, no local antes havia um chafariz, na performance foi utilizada água do mar, praia do Flamengo - RJ. (Matéria RIO Carioca).

Quer conhecer mais sobre o grupo, clique AQUI.
Saiba mais sobre "Estética Contemporânea", clique AQUI.

Macbeth - "Aquela peça"



Considerada uma das melhores peças escritas por William Shakespeare, MACBETH entrou em cartaz com nova montagem sob a direção de Aderbal Freire-Filho, e com atuação de Daniel Dantas, Renata Sorrah e grande elenco. A tragédia narra a história do general Macbeth, que recebe duas profecias de três feiticeiras, uma delas dizendo que ele se tornaria rei da Escócia. Sua ambiciosa mulher trama, então, a morte do atual rei para apressar o cumprimento dos prognósticos. Segundo tradição teatral, a tragédia não deve ter seu nome pronunciado, caso contrário cairão grandes males sobre quem assim o fizer, por isso mesmo é comum referirem-se á ela como "A peça", "A Inominável", ou "Aquela".





Macbeth
de Willian Shakespeare


SINOPSE

A mais curta e uma das mais contundentes tragédias de Shakespeare ganha nova montagem com direção de Aderbal Freire-Filho, Daniel Dantas no papel-título, Renata Sorrah como Lady Macbeth e mais 10 atores completando o elenco numa produção de Próspero e Primeira Página Producoes. O espetáculo que foi aclamado pelo público do Rio de Janeiro chega a São Paulo para curtíssima temporada no SESC Pinheiros



(Vídeo: "MACBETH", com Daniel Dantas e Renata Sorrah)

Direção
Aderbal Freire-Filho

Com:
Daniel Dantas
Renata Sorrah
Andréa Dantas
Camilo Bevilacqua
Charles Fricks
Edgard Amorim
Erom Cordeiro
Felipe Martins
Guilherme Siman
Marcelo Flores
Ricardo Conti
Thelmo Fernandes






FICHA TÉCNICA

Autor: William Shakespeare
Tradução: Aderbal Freire-Filho e João Dantas
Direção: Aderbal Freire-Filho
Diretor assistente: Fernando Philbert


Elenco:
Daniel Dantas - Macbeth
Renata Sorrah - Lady Macbeth
Camilo Bevilaqua – Rei Duncan / Thelmo Fernandes - Banquo Felipe Martins - bruxa, porteiro, Angus
Erom Cordeiro - Malcom, assassino / Charles Fricks – Ross, aparição / Edgard Amorim- Macduff, bruxa, assassino
Andrea Dantas- Bruxa, Lady Macduff
Guilherme Siman- Donalbain
Ricardo Conti- Fleance, Lennox / Marcelo Flores – Soldado, aparição

Cenário: Fernando Mello da Costa / Figurino: Marcelo Pies
Trilha Sonora: Tato Taborda / Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Design Gráfico: Ludmila Machado / Consultoria de visagismo: Juliana Mendes Consultoria de luta: Dani Hu / Consultoria de movimento: Marcia Rubin Fotos estudio: Nana Moraes / Fotos de cena: Chico Lima

Assistente de direção: Isabel Lobo
Produção Executiva: Bruna Ayres
Produção executiva e administração: Luciano Marcelo
Gerenciamento de projetos Primeira Pagina: Paula Salles
Direção de Produção: Maria Siman
Realização: Próspero Produções e Primeira Página Produções

Leia a peça na íntegra, clique AQUI.
Fonte: Primeira Página Produções

Teatro Negro de Praga de Jiri Srnec





As fotos que ilustram esta matéria fazem parte de alguns dos espetáculos da trupe de teatro Checa, The Black Theatre Prague of Jiri Srnec (Teatro Negro de Praga de Jiri Srnec), uma das trupes de teatro negro mais famosas do mundo, presente em mais de 65 festivais internacionais de teatro, ela realizou mais de 250 turnês internacionais na Europa, América do Norte, América do Sul, Ásia, África e Austrália.


Nos espetáculos de teatro negro muita ilusão e magia alimentam as cenas grandiosas, cheias de mímica, dança e acrobacias, onde a imaginação ganha vida, por meio da técnica chinesa da caixa-preta, onde bailarinos, atores e mímicos, em sua maioria ficam invisíveis aos olhos do espectador, isso tudo graças a um truque de óptica que tira partido da imperfeição do olho humano que não consegue distinguir objetos negros sobre um fundo negro.



Desde 2004 quem dirige o Teatro Negro de Praga é o filho de Jiri Srnec, Jiri Srnec Jr., de 23 anos, que além de dirigir também atua nos espetáculos. Entre suas histórias a cena “ A Lavadeira” onde duas calças brigam no varal merece detaque, ela é a mais antiga esquete da companhia, que foi criada em 1959, por Jiri Srnec, hoje com 75 anos.

Fonte: The Black Theatre Prague of Jiri Srnec